Bacalhau da Amazônia é aprovado por participantes da Rio +20

Foto: Divulgação / SEPROR
Foto: Divulgação / SEPROR

Uma noite memorável para os paladares mais refinados do público participante da Rio +20. Foi assim a degustação do Bacalhau da Amazônia, organizada pelo Governo do Amazonas, via Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), na noite de segunda-feira, dia 18 de junho, no Restaurante Aprazível (Santa Tereza), no Rio de Janeiro.

 O jantar de apresentação do produto aos participantes do evento, que pretende assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, contou com a presença de convidados como o ator e ativista ambiental, Victor Fasano; o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho; o ministro coordenador-Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome do Ministério de Relações Exteriores, Milton Rondó Filho; o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB/AC); a deputada federal Jandira Feghali, (PCdoB/RJ); o deputado federal Márcio Macedo (PT/SE); a senadora pelo Amazonas Vanessa Graziottin (PCdoB); pesquisadores do Inpa e Embrapa; o superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira; presidente do Ipaam, Antonio Ademir Stroski, e a secretária de Meio Ambiente do Amazonas, Nádia Ferreira, entre outros.

 De acordo com o secretário de produção rural do Amazonas, Eron Bezerra, essa é mais uma etapa no processo de divulgação do Bacalhau da Amazônia. “Tudo isso faz parte desse projeto que desenvolve a marca do nosso bacalhau e apresenta para o Brasil um produto com o mesmo padrão europeu. O nosso desafio é expandir a marca e vender bacalhau para norueguês”, concluiu Eron Bezerra.

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse que o Bacalhau da Amazônia vem mostrar como o Brasil sabe produzir e que isso é motivo de orgulho para todos. “O Bacalhau da Amazônia vem inovar, apresentar nova forma de gerar emprego e distribuição de riqueza e isso é ótimo”, enfatizou o ministro.  

 “Sempre gostei do Pirarucu e como bacalhau está mais gostoso ainda. Acho que o mais bacana disso tudo é saber que o produto está favorecendo as comunidades que sobrevivem da pesca do Pirarucu e que podem melhorar de vida sem comprometer a biodiversidade”, disse o ator Victor Fasano.

  Mesa redonda – Nesta quarta-feira, dia 20 de junho, detalhes sobre o Pirarucu seco e salgado, oriundo da 1ª. indústria de salga de pescado, única do gênero em toda América do Sul, serão abordados durante a mesa redonda sobre “Produção Sustentável no Amazonas”, moderada pela pesquisadora do Inpa, Sônia Alfaia, com a participação do secretário de Pesca e Aquicultura do Amazonas, Geraldo Bernardino, da representante da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Ellen do Amaral e do secretário de Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra.

 Durante o evento – que faz parte da programação da Tenda da Amazônia na Rio+20, serão abordados temas como “O Desafio de se produzir com Sustentabilidade na Amazônia”; “Extrativismo e Piscicultura Sustentável; “Dez anos de Manejo de Pirarucu na Amazônia”; e o “Projeto Bacalhau da Amazônia”. O secretário Eron Bezerra irá explicar o processo de salga do Pirarucu manejado na Reserva de Mamirauá, no Amazonas, respeitando os recursos naturais e gerando emprego e renda para a população local que mantém a floresta em pé.

 O evento acontecerá das 13h às 15h, no miniauditório da Tenda da Amazônia, situada no Parque dos Atletas (em frente ao Riocentro).