Governador Omar Aziz reúne secretariado para tratar da cheia, processo eleitoral e prioridades do seu governo

Foto: Alex Pazuello
Foto: Alex Pazuello

O governador Omar Aziz reuniu-se com seu secretariado na manhã desta quarta-feira, 16 de maio, na sede do Governo, no bairro Compensa. Na pauta, algumas diretrizes da sua administração, que vão desde o processo político eleitoral que se aproxima à questão da cheia e o atual estágio dos principais projetos de governo.

Segundo o governador, com a aproximação das eleições municipais ele quer garantir que sua orientação de não intervir no processo para a escolha de prefeitos e vereadores no interior seja cumprida. “Tem um processo político aí e eu não quero envolvimento. A orientação que foi dada é que eu não quero o uso da máquina em eleições no interior. Isso foi colocado de forma muito clara, porque existe a capilaridade muito forte de várias secretarias em todos os municípios. A orientação dada a todos os secretários é para que a gente não crie nenhum tipo de constrangimento nos municípios”, afirmou.

Outro assunto tratado foi sobre a cheia nos municípios. O governador recomendou que seja feita uma vistoria em todos os prédios públicos. “Quero que todos os prédios públicos nossos sejam examinados por engenheiros e calculistas, pessoas qualificadas para analisar se poderemos ter ou não problema”, disse Omar Aziz. Nesta quarta-feira, já são 52 municípios em situação de emergência e três em situação de calamidade por conta da cheia. Alguns municípios estão com todas as ruas alagadas incluindo escolas, hospitais, delegacias e outros espaços públicos.

Prioridade – O governador também solicitou aos secretários um balanço atualizado de todos os projetos de governo. A partir de segunda-feira (21.05), ele começa a despachar pontualmente com cada pasta para discutir as prioridades. Entre elas está a retirada de famílias das áreas alagadas, o que será feito por meio do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus. “Esse ano a gente quer retirar o maior número de famílias das áreas alagadas. Se conseguirmos tirar 4 mil famílias, ano que vem, na próxima cheia, não teremos os problemas que estamos enfrentando hoje”.

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